
"A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."
(George Bernard Shaw)
Hoje não tem poesia.
Hoje não tem rima.
Hoje, já não é mais hoje.
É o meio da ponte.
Mas qual meio?
Meio termo, meio louco, meio grama.
Há menos de 3 semanas.
Já se foram 49 dias.
Os segundos de atenção, me tornam primeiro.
Qualquer previsão seria falha.
Voltas, reviravoltas, sem voltas.
Idas solitárias sem bilhete para desembarque.
É regra genitores nos partirem precocemente.
A intensidade transforma a brisa em furacão.
É o vegetal apontando para o alto.
Buscando as alturas.
Com novas figuras, distintas companhias.
Oco, vazio, pronto para ser preenchido.
Com nós que demonstram a força.
Chutes e pontapés contundem sua carne.
No entanto segue incólume seu espírito.
Podemos chafurdar no pântano.
E termos as vestes enlameadas.
Só que a alma tem de ser cristalina.
Como a pura água da montanha.
É cópia, original, sonho, pesadelo...?
Análise, nescidade, concordância, divergência...?
Um encanto com olhos, sorrisos, lábios e palavras.
É multidão de trabalhadoras.
Enfermeiras, professoras, dançarinas, doceiras...
Anjos, Monstros, Demônios, Sereias, Deusas...
Bebo água, me aqueço com o fogo, preciso do ar.
Mas sou todo solo, todo terra.
Pés no chão para deixar a mente voar livre pelo espaço
O céu azul jamais é eterno...
Todo céu é camaleão.
O céu de hoje, o céu de ontem...
E o céu de amanhã?
A consciência e o travesseiro são a dupla do julgamento.
É prescindível o aval alheio.
Quando a voz muda da sua cabeça diz que está errado.
Posso enganar ao mundo, mas minha sombra me presenteia com um sorriso impiedoso, sarcástico...
Já vi o futuro, sei como será, mas ...
Quando fui ouvir, ele emudeceu.
Agora, quando ele foi me falar, ensurdeci!
Depois... venha me cobrar, quando estiver na formatura...
Podem erroneamente avaliar como simples metal.
Não são apenas gases que são nobres.
E o ouro quando é extraído, é simples terra.
Aqueles que não são obtusos.
Entendem a eletricidade e a condução de calor.
Para uns é destruir, já outros é amolar.
A loucura é a genialidade utópica.
A genialidade é a utopia exequível.
(W.B.)
Hoje não tem rima.
Hoje, já não é mais hoje.
É o meio da ponte.
Mas qual meio?
Meio termo, meio louco, meio grama.
Há menos de 3 semanas.
Já se foram 49 dias.
Os segundos de atenção, me tornam primeiro.
Qualquer previsão seria falha.
Voltas, reviravoltas, sem voltas.
Idas solitárias sem bilhete para desembarque.
É regra genitores nos partirem precocemente.
A intensidade transforma a brisa em furacão.
É o vegetal apontando para o alto.
Buscando as alturas.
Com novas figuras, distintas companhias.
Oco, vazio, pronto para ser preenchido.
Com nós que demonstram a força.
Chutes e pontapés contundem sua carne.
No entanto segue incólume seu espírito.
Podemos chafurdar no pântano.
E termos as vestes enlameadas.
Só que a alma tem de ser cristalina.
Como a pura água da montanha.
É cópia, original, sonho, pesadelo...?
Análise, nescidade, concordância, divergência...?
Um encanto com olhos, sorrisos, lábios e palavras.
É multidão de trabalhadoras.
Enfermeiras, professoras, dançarinas, doceiras...
Anjos, Monstros, Demônios, Sereias, Deusas...
Bebo água, me aqueço com o fogo, preciso do ar.
Mas sou todo solo, todo terra.
Pés no chão para deixar a mente voar livre pelo espaço
O céu azul jamais é eterno...
Todo céu é camaleão.
O céu de hoje, o céu de ontem...
E o céu de amanhã?
A consciência e o travesseiro são a dupla do julgamento.
É prescindível o aval alheio.
Quando a voz muda da sua cabeça diz que está errado.
Posso enganar ao mundo, mas minha sombra me presenteia com um sorriso impiedoso, sarcástico...
Já vi o futuro, sei como será, mas ...
Quando fui ouvir, ele emudeceu.
Agora, quando ele foi me falar, ensurdeci!
Depois... venha me cobrar, quando estiver na formatura...
Podem erroneamente avaliar como simples metal.
Não são apenas gases que são nobres.
E o ouro quando é extraído, é simples terra.
Aqueles que não são obtusos.
Entendem a eletricidade e a condução de calor.
Para uns é destruir, já outros é amolar.
A loucura é a genialidade utópica.
A genialidade é a utopia exequível.
(W.B.)
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