
"O amor é filho da compreensão; o amor é tanto mais veemente, quanto mais a compreensão é exata."
Quem importa como se portou.
E quais portas não abre mais.
Temos talvez mais chaves.
E só sei que não sei.
Das grades de Alcatraz.
Não come erva.
Recomeça a guerra.
Tem um novo inimigo alguém?
Não come erva.
Sinta o dilema.
Alguém se revela também?
Alivio com o chá dos que não tem chance.
De compreender o amém.
Acho que nunca saberão o que sei.
Consegui me livrar dos grilhões.
E de estranhas (in) decisões.
A neve chega quando rezei.
Viu o alívio, mil vozes saúdam.
E compreendem o que sou.
Há bom senso vivo e importante.
Agora sem refém nem pavio.
Agora muda grita o nome.
Só vai os prejuízos.
Não há erva.
Ou menção de espera.
Da solitária companhia de ninguém.
Não há erva.
Dissipa o problema.
Chás são calmantes também.
Viu os pés descalços.
Andando distante, do caminho que andei.
E não sabe por onde passei.
Com os risos do bobo do rei.
E neva como eu não sei.
Viu o delírio da multidão.
Que acredita no que sou?
Eu sou, eu sou.
Sei ser correto, um tanto incorreto.
Eu sou, eu sou.
Sei ser discreto, um tanto indiscreto.
Eu sou, eu sou.
Sei ser certo, confundo e acerto.
Eu sou.
Estou.
E vou...
PS. 11/12 até 2011!































