Se queres conhecer o futuro, examina o presente que é a causa."
(Confúcio)
Então.
As resistências.
Continuam mantidas.
Até para o novo que chegou.
Velha dor.
Há silêncio.
Que despreza atenção.
Por várias razões banais.
De outras esferas.
Tragédias insiste em reviver.
Trazendo o peito marcado.
Pelo que não quer esquecer.
Só vence quem se rende.
Mas isso não.
Dá para explicar.
O som se apagou.
Não me chame.
Pois o que mostrou.
É que não há nada.
Que lhe agrade.
Não peça-me, por favor.
Para ser de outro jeito.
Como um quadro negro.
Sem luminosidade.
Não reclame.
Quem errou mais uma vez.
Quem não vê que o final.
Reserva aplausos.
Não puna-me.
Pelos defeitos.
Que não são meus.
E que são graves.
Não faça a mim.
Por favor.
Aquilo que gosta de fazer.
Com seus covardes.
Não diga-me.
De sua dor.
Ouvidos meus ficaram surdos.
Desnecessário o alarde.
Não ame-me.
Sem amor.
Afeição por mim.
Só serve se for de verdade.
Não ame assim.
Hein? ... amou.
Quem amou?
Eu... Quê sou?
(W.B.)
#daughter

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