
"O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são."
(Friedrich Nietzsche)
Como é o esquisito.
Como é o que nos move.
Como estou livre.
Pronto prá voar.
Atende ao pedido.
Com um sorriso lindo.
Fico sem lutar.
Sem resistir, nem me opor.
Sabemos o segredo.
De outra questão.
Revele a quem peque.
O perdão traz bem-estar.
Ruínas de circos.
Sotaque estrangeiro.
O som do silêncio.
É impossível compor.
Ninguém disse.
Que seria simples.
Nem sempre há outra chance.
Para nos desculpar.
Ninguém disse.
Que seria simples.
Não mais vou ser.
Quem estava a lhe acompanhar.
Pois agora estou.
Onde sempre queria estar.
Nada se esquece.
Vejo dedos em figas.
Ouço seus apelos.
E o desejo se apagar.
Quesitos que saem.
Entradas e processos.
Não vai a pique a caravela.
De quem sabe navegar.
Apenas me ame.
Só grite meu nome.
Ou enxugue esse rosto.
Cansado de chorar.
Ruína de mitos.
Partes de inteiros.
Vá, se refresque.
Com quem acabou de esquentar.
Ninguém disse.
Que seria simples.
Nem sempre há outra chance.
Para nos desculpar.
Ninguém disse.
Que seria simples.
Não mais vou ser.
Quem estava a lhe acompanhar.
Agora eu vou.
Para onde posso estar.
(W.B.)
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