
""Uma perda pode converter-se num benefício e um benefício, numa perda."
(Textos Taoístas)
Minhas sombras.
São amplificadas.
Num instante qualquer.
E pouco me satisfaz.
Você tem a noção.
Do que sou.
Leva a fé.
No verdadeiro.
Eu sinto.
O que quer.
Nada pode devastar.
O que começou.
Ou que recomeçou.
Minhas ações.
Não condenaram.
Você fica bem.
Com meu colar.
Nenhum presente.
É sem valor.
Por um momento quis.
Sumir daqui.
Mas sei que pensa em mim.
No meio de tragédias.
Acho bom humor.
Mal acende seu fogo.
Não preciso incendiar.
O antigo novo.
De repente treme.
Não dá para evitar.
No jardim outra flor.
Vou cultivar.
Mas sei qeu não sou.
Um jardineiro.
Há o inverso do avesso.
Um homem alinhado que não vê.
Porém a sua emoção.
Sou o detentor.
Descrevi um sonho ruim.
Fico contente.
Quando ri para mim.
Cometemos um crime.
Que não tinha autor.
Que tal outro sonho.
Com novos finais.
Agora sei.
Que não tenho mais pesadelos.
Acaba bem o que não tem final.
O mundo vem do original.
Desconcentrei o que era normal.
Mudo, fundo, profundo.
Imagens de virgens em andor.
Pouco a pouco.
O desconhecido.
Se revelou.
Há monstros em pé.
Figuras disformes.
Que não sei dizer.
Só de tuas mãos.
Que vem afago e proteção.
Apaga sem jogar pá de cal.
Nem tudo é fenomenal.
Acrescentei dor ao rival.
Tudo, contudo, isso tudo.
Mas o mal não nos vence.
Contigo vencedor sou.
Eu sinto o que sente.
É tudo.
Somos o sal que convence.
Comigo sabe o que gostou.
Eu sinto o que sente.
Isso tudo.
São amplificadas.
Num instante qualquer.
E pouco me satisfaz.
Você tem a noção.
Do que sou.
Leva a fé.
No verdadeiro.
Eu sinto.
O que quer.
Nada pode devastar.
O que começou.
Ou que recomeçou.
Minhas ações.
Não condenaram.
Você fica bem.
Com meu colar.
Nenhum presente.
É sem valor.
Por um momento quis.
Sumir daqui.
Mas sei que pensa em mim.
No meio de tragédias.
Acho bom humor.
Mal acende seu fogo.
Não preciso incendiar.
O antigo novo.
De repente treme.
Não dá para evitar.
No jardim outra flor.
Vou cultivar.
Mas sei qeu não sou.
Um jardineiro.
Há o inverso do avesso.
Um homem alinhado que não vê.
Porém a sua emoção.
Sou o detentor.
Descrevi um sonho ruim.
Fico contente.
Quando ri para mim.
Cometemos um crime.
Que não tinha autor.
Que tal outro sonho.
Com novos finais.
Agora sei.
Que não tenho mais pesadelos.
Acaba bem o que não tem final.
O mundo vem do original.
Desconcentrei o que era normal.
Mudo, fundo, profundo.
Imagens de virgens em andor.
Pouco a pouco.
O desconhecido.
Se revelou.
Há monstros em pé.
Figuras disformes.
Que não sei dizer.
Só de tuas mãos.
Que vem afago e proteção.
Apaga sem jogar pá de cal.
Nem tudo é fenomenal.
Acrescentei dor ao rival.
Tudo, contudo, isso tudo.
Mas o mal não nos vence.
Contigo vencedor sou.
Eu sinto o que sente.
É tudo.
Somos o sal que convence.
Comigo sabe o que gostou.
Eu sinto o que sente.
Isso tudo.
(W.B.)
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