
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja..."
(Augusto dos Anjos)
Se danou justo no porquê.
Com anjos marginais.
Seu fel, não deu a mim rancor.
Tango para detrás.
Se talvez desequilibrar.
Anjos marginais.
Quais cumes esperam o desastre?
Vejo anjos desiguais.
Não querendo quem a quer?
Quanto mais quem puder.
Além anjos uma mulher.
Por mais que falasse o que sei.
Anjo dúbio é.
Por mais um deslize em canaviais.
Talvez, ninguém quer.
E onde repique.
Anjo para fim, nem aí.
E onde a dor que não vejo mais.
Anjo dúbio, requer...
Mas quem rende quem quer?
Quanto mais quem puder.
Tem anjos no café?
Mas quem rende quem quer?
Quanto mais quem puder.
Tem anjos sem fé.
Mal demais foi no seu juízo.
Quis desesperos.
Todos os erros vis.
Agora não implique.
Se não ri sem mim.
Anjo não pise aqui.
Quem tá assim.
Anjo sou assim.
Anjo sou o fim.
Mas quem rende quem não quer?
Quanto mais quem não puder.
Tem anjos no sopé?
Mas quem rende quem não quer?
Quanto mais quem não puder.
Tem anjos a pé?
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