segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Interesses ou recortes matinais



"O interesse que tenho em acreditar numa coisa não é a prova da existência dessa coisa."


(Voltaire)


Estranho.

Fala do suborno, por causa do seu dono.

É a capital, são as duas casas.

Com tempo, ociosas, sem consenso.


Esgota o evento.

Até a última gota, até o último momento.

Prazer na dor alheia.

Regozijo no sofrimento.


E o dinheiro na bolsa?...quais?

São Paulo, Vuitton ou Xangai.

Despenca a cotação e arrebenta a alça.

Usava Louboutin, agora desfila descalça.


1% mais ricos. 99% (in) satisfeitos.

Manipulação de sonhos, governos e percentual.

Quem está dentro sempre tem para onde ir.

No momento que acabar a festa e for partir.


Seu parente sempre aparece.

No entanto esconda o mico preto.

É festa quando cresce.

A briga é pela faca e não pelo bolo.


Vai subir a ladeira?

Vai descer a serra?

Pior pode ficar.

E você se desespera a lamentar.


Foi a rodada, foi a jogada.

Fim de semana, sem grana.

Sem gramas, com tramas.

Mais um novo começo, não reclama e vai à luta.


Poucos vêem longe.

Embasbacados com a jóia imperial.

Vai ser a próxima vítima nesse tabuleiro.

E morrerá com estilingue gritando no carnaval, FDP.


(W.B.)




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