
"O interesse que tenho em acreditar numa coisa não é a prova da existência dessa coisa."
(Voltaire)
Estranho.
Fala do suborno, por causa do seu dono.
É a capital, são as duas casas.
Com tempo, ociosas, sem consenso.
Esgota o evento.
Até a última gota, até o último momento.
Prazer na dor alheia.
Regozijo no sofrimento.
E o dinheiro na bolsa?...quais?
São Paulo, Vuitton ou Xangai.
Despenca a cotação e arrebenta a alça.
Usava Louboutin, agora desfila descalça.
1% mais ricos. 99% (in) satisfeitos.
Manipulação de sonhos, governos e percentual.
Quem está dentro sempre tem para onde ir.
No momento que acabar a festa e for partir.
Seu parente sempre aparece.
No entanto esconda o mico preto.
É festa quando cresce.
A briga é pela faca e não pelo bolo.
Vai subir a ladeira?
Vai descer a serra?
Pior pode ficar.
E você se desespera a lamentar.
Foi a rodada, foi a jogada.
Fim de semana, sem grana.
Sem gramas, com tramas.
Mais um novo começo, não reclama e vai à luta.
Poucos vêem longe.
Embasbacados com a jóia imperial.
Vai ser a próxima vítima nesse tabuleiro.
E morrerá com estilingue gritando no carnaval, FDP.
(W.B.)
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