quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"Solidão, baby?"


"É sobretudo na solidão que se sente a vantagem de viver com alguém que saiba pensar."


(Jean Jacques Rousseau)


Há dias que o espelho reflete a dor.

De uma face que se foi de vez.

Tal como tela sem cores.

Há um dom que nem eu mesmo sei.

E há um mal que separei.

Não diga que sofri e que viu reféns.


Que banal que é baby!

Destoou e foi longe demais.

Eu não fico mal baby!

E aqui começa outros carnavais.

Que banal que é baby!

Quem é culpado por seus crimes?

E nada mais resta de você em mim.


Será legal que comprove.

O pedido de socorro sem alô.

Quais são os sobreviventes?

Atendo seu rogo, no momento que chegou.


Que legal que é baby!

Iremos longe com novos finais.

Que legal que é baby!

Vemos coisas fenomenais.

Que prescrevam os crimes!

Só você que interessa para mim.


E é assim que vou, você quer o que sou?

Agora o sol brilha sobre meu amor?


Quem soube dos seus caos, sem nenhum "dono"?


E nem passe um cheque, mais uma vez, de dor!


Sensacional baby!

Juntos longe dos demais.

Sensacional baby!

Nosso filme tem felizes finais.

Você é sem igual baby!

E jamais se esquecerá de mim.

E jamais garota encontará alguém a mim.


(W.B.)



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