
"...Sim, eu sou os olhos do cego.
Sim, eu sou a luz na escuridão..."
Sim, eu sou a luz na escuridão..."
(Raul Seixas)
Ninguém tem seus olhos abertos por cegos.
O brilho é o reflexo da virtude.
Ando em busca de algo que desapareceu.
Ou que nunca existiu.
Para que falar com quem não sabe ouvir.
A humildade é parceira da verdade.
Rei dos reis.
Atenda-me dessa vez.
Já escrevi, mas não lêem.
Chuva no oceano.
Nos 7 mares do tenente.
Novos dias de novo.
Nova gente, antigo sorriso.
Verdadeiro e contente.
E por que seu sorriso está ensolarado?
De volta o horror?
Resgate-me no meu tempo.
Paro, penso e reflito.
- Que cara esquisito!
Não adianta gritar, nem pedir.
Tome suco de caju.
Quem conhece o segredo.
Perde-se quando cria jogos.
Mas estou fora.
Fora da órbita.
Olha que não estou mais.
Que renegar?
Que enganar?
Nada pode me parar.
Sou mais do que qualquer um pensou.
Aprecia o sabor quem realmente degustou.
Sigo adiante.
Cabeça erguida com passo firme.
Peito aberto, traje elegante.
Seda sativa, seca saliva.
Porém o que passa comigo?
Algo sincero de noites desiguais.
(W.B.)
O brilho é o reflexo da virtude.
Ando em busca de algo que desapareceu.
Ou que nunca existiu.
Para que falar com quem não sabe ouvir.
A humildade é parceira da verdade.
Rei dos reis.
Atenda-me dessa vez.
Já escrevi, mas não lêem.
Chuva no oceano.
Nos 7 mares do tenente.
Novos dias de novo.
Nova gente, antigo sorriso.
Verdadeiro e contente.
E por que seu sorriso está ensolarado?
De volta o horror?
Resgate-me no meu tempo.
Paro, penso e reflito.
- Que cara esquisito!
Não adianta gritar, nem pedir.
Tome suco de caju.
Quem conhece o segredo.
Perde-se quando cria jogos.
Mas estou fora.
Fora da órbita.
Olha que não estou mais.
Que renegar?
Que enganar?
Nada pode me parar.
Sou mais do que qualquer um pensou.
Aprecia o sabor quem realmente degustou.
Sigo adiante.
Cabeça erguida com passo firme.
Peito aberto, traje elegante.
Seda sativa, seca saliva.
Porém o que passa comigo?
Algo sincero de noites desiguais.
(W.B.)
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